domingo, 19 de abril de 2009

ACORDO ORTOGRÁFICO E O CRIME DE LESA-ORTOGRAFIA






Perguntei assim : O Acordo traz bases que me parecem sugerir respeito aos paises lusófonos. Todavia, quando diz assim: " Não é admissível o uso do apóstrofo nas combinações das preposições de e em com as formas do artigo definido, com formas pronominais diversas e com formas adverbiais " (Base XVIII, do Apóstrofo) ou " A propósito, deve observar-se que é inadmissível z final equivalente a s em palavra não oxítona: Cádis, e não Cádiz " (Base III,Da homofonia de certos grafemas consonânticos) não transformaria o que poderia ser uma prescrição em uma proscrição que fere o princípio de autonomia dos povos de cultura lusófona? escrever, por exemplo, Cádis ou Cádiz não é, em se tratando de nomes próprios, uma opção de variação ortográfica dos falantes e escreventes da língua portuguesa?


ABL me respondeu assim: O acordo foi elaborado pelos filólogos e linguistas das duas Academias: Brasileira de Letras e das Ciências de Lisboa, com o intuito de unificar e simplificar a grafia do português em todos os países lusófonos. Se houver muita variação ortográfica, o Acordo não fará sentido.

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